Na segunda metade da década de 90, um programa foi desenvolvido em parceria entre a Unijuí (Universidade de Ijuí, RS), Funai e igrejas para dar formação equivalente ao magistério de segundo grau, formou uma primeira turma com quase 30 professores.
A partir de 2001, com participação da Funai, Unijuí e UPF (Universidade de Passo Fundo), colocou-se em andamento o Projeto Vãfy, de formação de professores Kaingang do Rio Grande do Sul em Magistério de 2 º grau. O curso encerra-se em 2005, formando mais de 80 novos professores (a maioria, profissionais já em atividade). Em Santa Catarina o Governo do Estado promoveu semelhante programa de formação para professores Kaingang e Xokleng (Laklãnõ) no mesmo período. O Paraná, entre os estados do Sul, é o único a não realizar formação sistemática de professores indígenas por ação oficial. No Estado de São Paulo, um curso (de qualidade duvidosa) realizado sob auspícios da Secretaria de Educação igualmente concedeu título de 2 º grau para professores indígenas de diversas etnias. |